“A última edição do Diabo”
“Entremès do Mancebo”

“Inês de Castro”
“A Farsa da Justiça e do Corregedor”
“Sancho Pança na Ilha”

“A Dama da Madrugada”

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ALEJANDRO CASONA



"Alejandro Casona é um dos escritores dramáticos mais representativos da Espanha, marcando sempre suas peças com indisfarçável traço ibérico, muitas vezes inspirado em suas lendas e na sua historiografia. Só raramente se afasta dos tons e dos ares da sua Espanha, cuja presença, na maioria de suas peças,
cuja presença, na maioria de suas peças, é como uma "marca da fábrica", tão integrado se acha ele na beleza da paisagem humana de sua terra e, sobretudo, na grandeza de suas tradições mais puras". É extenso o catálogo de obras de Casona, muitas delas escritas durante o seu exílio na Argentina, outras, ainda, de volta à Espanha. Devem ser citadas pelo extraordinário êxito obtido perante o mais exigente público: "A chave no desvão", "Nossa Natacha", " O terceiro homem", "A sereia encalhada", É proibido suicidar-se na primavera", "As árvores morrem de pé", Inês de Castro", "A última edição do diabo", "A dama da madrugada", e as três farsas do "Retábulo Jovial", todas em um único ato: "Sancho Pança na Ilha", "Farsa e Justiça do Corregedor" e "Entremês do Mancebo que casou com mulher braba", muitas delas montadas pelo Teatro de Amadores de Pernambuco, e em sua maioria traduzidas por Valdemar de Oliveira, com quem mantinha constantes correspondências.

O TAP representou de sua autoria as peças "A DAMA DA MADRUGADA", no ano de 1945; "A ÚLTIMA EDIÇÃO DO DIABO", em 1946. "INÊS DE CASTRO", no ano de 1972 "SANCHO PANÇA NA ILHA", "FARSA DA JUSTIÇA E DO CORREGEDOR" e "ENTREMÊS DO MANCEBO QUE CASOU COM MULHER BRABA", realizadas em um único espetáculo em 1974. todas elas com traduções de Valdemar de Oliveira.