“Onde canta o sabiá”
“Onde canta o sabiá”

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GASTÃO TOJEIRO
(1880-1965)



Gastão Tojeiro, dramaturgo brasileiro, deixou uma herança cultural para o teatro brasileiro, de importância fundamental. Um presente a todos aqueles que buscam conhecer os costumes de uma época, retratada em trabalhos, de excepcional qualidade cênica e de verdade histórica. Uma bagagem com mais de 100 originais. Entre seus

trabalhos destacam-se: "O cachorro da Madame", "As fãs de Roberto Taylor". "As obras do Porto", "Pensão de Dona Estela", "Onde canta o sabia" e "Solteira é que eu não fico", estas últimas do repertório do TAP. "Onde canta o sabiá" escrita em 1921, comédia de costumes que procura fixar traços do caráter nacional, fez dele conhecido em todo o Brasil, tantas foram às montagens realizadas, por Grupos Amadores ou Profissionais. Valdemar de Oliveira o considerava "...o Martins Pena ou o França Júnior, do primeiro quadro do nosso século". Nele se pode sentir a exata dimensão do tempo pois sabe, como poucos, retratar a caricatura sentimental de uma época.

Dele o Teatro de Amadores de Pernambuco encenou "Onde canta o sabia", com direção de Hermilo Borba Filho, tendo na parte musical a participação do Maestro Nelson Ferreira. Subiu à cena no dia 7 de novembro de 1958, no palco do Teatro de Santa Isabel. Em 1993, "Solteira é que eu não fico", com direção de Reinaldo de Oliveira, ocupa o Teatro Valdemar de Oliveira, tendo no Maestro Clovis Pereira a responsabilidade da parte musical.