Depois do Teatro de Amadores de Pernambuco trazer nomes como Adacto Filho, Ziembinski, Jorge Kossowsky. Willy Keller, Turkof e muitos outros, não poderia deixar de trazer BIBI FERREIRA para engrandecer, ainda mais, a galeria de diretores que passaram, ensinaram e marcaram a trajetória do TAP. E ela soube corresponder a todas as expectativas dos elementos do TAP e do próprio público do Recife. Montou um espetáculo...um espetáculo, na concepção da palavra, e podemos dizer, vestido a rigor, como gosta o Teatro de Amadores fazer e o público apreciar. A escolha de um original de Garcia Lorca diz bem, muito bem, da capacidade de encenação que Bibi Ferreira teria de enfrentar e enfrentou, venceu e só deixou, em todos nós o sentimento de agradecimento, confirmado com as manifestações de aplauso em todos os dias de representação. Conquistou a todos, a nós os Amadores e ao Público, tarefa sempre fácil quando se trata de uma Bibi Ferreira.

Com sua direção o Teatro de Amadores de Pernambuco levou à cena:

"BODAS DE SANGUE",
de Federico Garcia Lorca, com tradução de Cecília Meireles, que subiu à cena no dia 30 de setembro de 1956, no Teatro de Santa Isabel.
Bibi Ferreira

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