Clovis Pereira dos Santos, nasceu no dia 14 de maio de 1932, na cidade de Caruaru. Seu pai foi seu primeiro professor de teoria e solfejo. Viveu seus primeiro anos num ambiente musical com seu pai clarinetista da Banda Musical Nova Euterpe. Aos 18 anos transferiu-se para o Recife estudando piano com o professor Manoel Augusto dos Santos, no Conservatório Pernambucano de Música, onde veio a se tornar professor e ocupou a sua presidência. Foi aluno do Maestro Guerra Peixe de quem se tornou amigo. Foi diretor artístico da Televisão Jornal do Commecio, onde por muitos anos foi regente da orquestra daquela unidade de televisão Participou do Movimento Armorial com Ariano Suassuna e Cussy de Almeida, compondo as primeiras obras representativas daquele movimento. Possuiu sua própria orquestra, participando ativamente, e com enorme sucesso, animando os bailes carnavalescos da cidade, nos principais clubes da cidade. Compositor de inúmeros frevos de rua é um dos mais profundos conhecedores de nossa música popular. Em 1974, excursionou com o Coral da Universidade da Paraíba, como representante brasileiro, na "Fouth International Choir Festival", apresentando-se nos Teatros "Kennedy Center", em Washington e "Lincoln Center Performing for the Arts", em Nova Iorque. Convidado pelo Governo dos Estados Unidos da América do Norte, participou, em 1986, do "Music School Administrators" visitando naquele pais diversas Universidades e instituições musicais, adquirindo conhecimentos em programas de administrações de escolas de música. É diplomado em harmonia moderna e orquestração, pela Berkelee School of Music", da cidade de Boston. Membro da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea. É professor da Universidade Federal de Pernambuco, nos cursos de Graduação em Música. Detentor de diversos prêmio pelo seus trabalhos tem seu nome registrado na Enciclopédia Britânica "Who´s Who In Music", em sua oitava edição. Tornou-se grande amigo de Valdemar de Oliveira a quem admirava pelos seus conhecimentos musicais e passou a dar a sua colaboração ao Teatro de Amadores de Pernambuco de quem é um dos sócios efetivos.

Com sua direção Musical o Teatro de Amadores de Pernambuco levou à cena:

"CAPITAL FEDERAL",
de Artur Azevedo, nos remontes que se seguiram a sua estréia no Teatro de Santa Isabel.

"SOLTEIRA É QUE EU NÃO FICO" em 1993.

"O DIÁRIO DE ANNE FRANK",
em 1993, teve o seu tema central com arranjo de sua autoria.

"SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA",
em 1996.

"BOB BOBETE",
opereta original de Valdemar de Oliveira, adaptada pelo filho Fernando de Oliveira, no qual dirigiu a sua orquestra em arranjos de sua autoria, em 1997.

"FREVO, CAPOEIRA E PASSO"
regendo e comandando a sua orquestra no remonte do espetáculo em 2000.

"VALDEMAR VIVO",
de Fernando de Oliveira, em comemoração ao Centenário de Valdemar de Oliveira com lançamento da "Home Page" www.tap.org.br . maio 2001.

"GENINHA 80 ANOS? - NÃO ACREDITO!",
de Fernando de Oliveira, em homenagem a Geninha da Rosa Borges. 26 de Julho de 2002.
Clóvis Pereira

Bob©Bobete" (1997)

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“A Capital Federal” (1965)

“O diário de Anne Frank” (1993)

“Valdemar, Vivo” (2001)

“Solteira é que eu não fico”