Um dos mais autênticos e fieis companheiro do Teatro de Amadores de Pernambuco. Tem no sangue todo o idealismo do pai, Alderico Costa, que deixou um enorme vazio, uma saudade imensa e verdadeira, em todo os cantos e recantos do TAP, ele que desde o Grupo Gente Nossa era sempre o primeiro a prestar sua colaboração e seu talento ao Teatro em sua terra. Rogério puxou a ele. E tem nos filhos o continuísmo dos passos do avô e do pai, uma terceira geração, dedicada ao bom Teatro, ao Teatro sério e honesto. Aliado a todas essa qualidades é um ator de "mão cheia" como se costuma dizer. Conhecedor dos segredos do palco, não fugiu do convite da direção do TAP, para ser Diretor. "Quando meu irmão de ideais, Reinaldo de Oliveira, deu-me a chance de dirigir uma peça para o TAP, facultando-me a sugestão do texto, não relutei: "O DIÁRIO DE ANNE FRANK". Reinaldo na sua imensa bondade, incentivou-me com seu apoio na iluminação, na concepção de algumas cenas do espetáculo e compondo o tema musical do "Diário", a que o Maestro Clovis Pereira deu o toque de sua maestria. Obrigado a você, meu irmão". Isso dito no programa só merece uma retificação: Quem agradece é o TAP e quem melhor se beneficiou foi o público do Recife. Essa a verdade. O resto é Teatro.

Com sua direção o Teatro de Amadores de Pernambuco levou à cena:

"O DIÁRIO DE ANNE FRANK",
de Goodrich e Albert Hackett, foi encenada e teve sua estréia no dia 8 de outubro de 1993, no Teatro Valdemar de Oliveira

"A ESTRADA",
do pernambucano Luiz Marinho, é dividida em 3 atos, sendo que, cada um deles, representa uma história, retratando a vida dos romeiros de "Padim Ciço", O primeiro ato "Drama", com direção de Renato Phaelante; no segundo "Tragédia" com direção de Geninha da Rosa Borges e no último a "Comédia", com direção de Rogério Costa. O espetáculo se realizou no Teatro Valdemar de Oliveira,estreando no em janeiro de 1995.
Rogério Costa

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A Estrada

A Estrada