<<anterior início próxima>>

A historia apresenta o drama de um homem que se julgando acometido de um mal incurável, procura no suicídio a solução para o seu problema. Não conseguindo concretizar seu intento se depara com a figura da morte que o convence ser ela, unicamente ela, quem pode realizar o seu desejo. Diante da nova situação parte ele, à procura de emprego, e como enfermeiro passa a cuidar de um paciente próximo a encontrar o que ele busca. Diariamente, no chá, uma pitada de veneno era colocada pelos três parentes, sem que eles próprios saibam da intenção do outro. Descobre, entretanto o paciente o trama dos seus parentes e resolve dar o troco entregando a cada um, em segredo, idêntico testamento que pela sua triplicidade nenhum valor jurídico teria. A verdade vem à tona impedindo que o velho paciente encontre a morte. Com isso a morte quis provar, mais uma vez, que a hora da partida era por ela ditada e comandada.

ELENCO:

Alderico Costa Gervásio
Ceci Cantinho Lôbo A voz
Teresa Farias Guye Ginette
Vicentina Freitas do Amaral Josefina
Geninha Sá da Rosa Borges Lucetti
Guiseppina Puma Suzi
José Maria Marques Maurício
Otávio da Rosa Borges Durvernay
Antônio Brito O padre
Margarida Cardoso Sra. Duvernay
Dina de Oliveira Tia Ágata
Bionor de Oliveira Neto Yachie
Fernando Villar Simões Barbosa O médico
Alfredo de Oliveira O açogueiro
Fernando Villar Simões Barbosa Artur II
Adhelmar de Oliveira Tio Artur



FICHA TÉCNICA

Cenários:
Graça Melo
Contra regra:
Francisco Miranda
Maquinistas:
Alceu Domingues Esteves / Aluísio Pereira de Santana
Eletricista:
Aníbal Mota
Produção: Teatro de Amadores de Pernambuco

CRÍTICAS E COMENTÁRIOS

“(...) A movimentação perece-nos muito boa, perfeitamente entrosada ao texto; algumas (...) realmente magníficas, e perfeitamente funcionais dentro dos diversos momentos da peça. Onde, porém se sente a maior força de direção é na modelação dos tipos e personagens”
Isaac Gondim Filho

“Comédia leve e despretensiosa, mas de certo conteúdo humano que desperta interesse, sobretudo pela originalidade do assunto, bem jogado com situações que nos conseguem prender ao enredo da primeira à última cena”
Aristóteles, no Diário da Noite

“Sem ser comédia (...) faz rir do começa ao fim e para isso muito contribuiu a cuidadosa tradução de Valdemar de Oliveira.”
Edmar Lins, na Folha da Manhã


Tradução: Valdemar de Oliveira
Direção artística e cenário: Graça Melo
Direção Geral:
Valdemar de Oliveira
Estréia: 21 de Outubro de 1954
Local: Teatro de Santa Isabel

Adhelmar, Alderico e Bianor
Cenário e elenco
José Maria e Guiseppina
Uma Morte sem Importância
De: Yvan Noé
Fernando e Adhelmar
Alderico e Guiseppina
José Maria, Guiseppina e Diná