A TRAJETÓRIA DE "TERRA ADORADA" Mais uma vez, atrevo-me a alterar uma obra do meu pai, Valdemar de Oliveira. Na opereta Bob Bobete ainda poderia alegar tê-lo acompanhado nas modificações dos seus originais, isso na década de 70, de ter dado algumas sugestões e ver serem aceitas e de conhecer as músicas de trás para frente. Vem agora "Terra Adorada" e aqui estou eu, de novo, a alterar, acrescentar textos, introduzir novos personagens, incluir músicas de minha autoria sob o argumento de uma atualização, desta vez, nos mistérios e meandros da informática que ele nem chegou a conhecer. É dele entretanto, a afirmação que "O TEATRO DE AMADORES DE PERNAMBUCO DEVE SER SEMPRE SENSÍVEL À EVOLUÇÃO DA ARTE E AOS PROCESSOS DE ENCENAÇÃO QUE A TECNOLOGIA MODERNA CONSTANTEMENTE RENOVA E APERFEIÇOA". Mesmo assim, amparado em suas palavras, reconheço ser muito desaforo, muita petulância, muito atrevimento alterar, acrescentar, modificar qualquer coisa que ele tenha escrito, principalmente, no campo do teatro, altar sagrado e centro de adoração de sua vida. Já que não encontro razões para esse meu procedimento procuro um culpado e só encontro um: a própria vítima, Ele mesmo, o meu pai, que, com o mais lindo amor que conheci na vida, juntou-se a mamãe e derramaram em nosso sangue um DNA maluco, facilmente atingido pelo vírus do teatro, passando a dominar nossas vidas e nossas ações. Se são eles os culpados, que agüentem as conseqüências dos seus filhos. Ambos vivendo, cada um à sua maneira, voltado ao exemplo que eles deixaram e carregando um fardo gostoso de um amor a tudo que eles fizeram, ensinaram e plantaram.
No caso específico de Terra Adorada, modificada para 'TERRA @DORADA" muitos ventos moldaram sua nova estrutura cênica. Em 1939, quando foi encenada pela primeira vez, os pais contavam estórias e mostravam, aos seus filhos, cartões postais, das viagens pelo mundo por eles realizadas. Apaixonados pelas aventuras sonham viajar, num Zeppelim, visitando aqueles lugares terminando no Brasil. Em 1975 o Teatro de Amadores de Pernambuco, não mais utiliza cartões postais e sim slides coloridos. Novo sonho, desta vez, viajando num jato e lá se vão os meninos a visitar os lugares projetados. Agora, quando a tecnologia moderna que, constantemente renova e aperfeiçoa, nos presenteia com os computadores, nada mais lógico do que a viagem pela Internet. E assim vão, num fantástico sonho, envolvidos no faz-de-conta a visitar países amigos, entrando e saindo de um imenso computador, terminando por um passeio aos Estado de nosso Brasil.
Esse novo conceito de viajar ou melhor "navegar" e que domina o pensamento dos nossos filhos, netos e bisnetos, muito mais capazes do que nós, no entender este novo mundo, foi o "link" de fazer voltar à cena "Terra @dorada". Um espetáculo que ficou marcado na memória dos que dele participaram e de todos que o assistiram.

Fernando de Oliveira

À volta do Teatro Infantil de Pernambuco, criado por Valdemar de Oliveira no fim da década de 30, e que se constituia, a época, como um departamento autônomo do Grupo Gente Nossa, era um imperativo na história do Teatro de Amadores de Pernambuco. A historia nos conta o sucesso alcançado com "A princesa Rosalinda", "Terra Adorada" e "Em marcha Brasil". Foi de tamanha repercurssão, que o Recife, pode-se dizer, parou para ver as peças infantis, superlotando o Teatro de Santa Isabel, levando ao delírio a criançada. Eram crianças, representando para carianças. Era a sociedade pernambucana abraçando o ideal do bom teatro e reconhecendo a importância na formação da cultura dos seus jovens.
Valdemar de Oliveira em seu "A propósito" afirma :"Os testemunhos que o Teatro Infantil recebe, a cada momento, de toda a crítica, de todas as autoridades, , constituem novos estímulos para que continue ele e seu programa de educação cívica da criança pernambucana". Na peça "Em marchas Brasil", levada à cena em época que o mundo estava envolvido na segunda guerra recebeu o apoio de toda a comunida e assim Valdemar em, outro "A propósito" se manifestava: " O nome do Teatro Infantil ficará, assim ligado, indissoluvelmente, a essa época de mobilização total das forças do Brasil, em defesa da sua integridade e da sua paz". Ele sabia do significado e da importância do Teatro na formação dos jovens: "A arte Teatral deve ser colocada em plano superior, não só considerada simples deleite espiritual mas também, fator de educação e cultura". Tada a explosão ocorrida da crítica, dos comentários, das rodas, nos falatóios constantes da sociedade pode ser traduzida pelo que escreveu o Interventor de Pernambuco à época Dr. Agamennon Magalhães: " Valdemar de Olivira está de parabens. Só ele, com aquela sensibilidade e aquela riqueza de edeação, poderia fazer obra igual. Só ele, com aquela brandura e aquelas vistudes de eleição, seria capaz de escolher 21 crianças para viver, o seu papel com tanta disciplina e tanto espírito. Não sei de acontecimento mais original, nem mais edificante , nos anais do Teatro brasileiro". Assim também se constituiu o Terra @dorada de agora. Um sucesso sem precedentes. Foram 47 representações, no palco do Teatro Valdemar de Oliveira, sempre lotado de crianças, principalmente das escolas Municipais, trazidas graça a convêncio, com a Prefeitura Municipal do Recife. Mais de 10.000 crianças, na sua quase totalidade entrando e conhecendo, pela primeira vez um teatro. Algo inédito na história do TAP. Reinaldo de Oliveira, diretor Geral do Teatro de Amadores de Pernambuco assim se manifesta em artigo na Folha de Pernambuco do dia 17 de fevereira de 2000: " Fico inteiramente à vontade de recomendar "TERRA @DORADA" porque minha participação é apenas de diretor Geral do TAP., mas toda a criatividade do espetáculo ficou à cargo de Fernando de Oliveira, que entregou a direção Cênica a Luciana Lyra e a Ricardo Mourão. Essa peça foi escrita por Valdemar de Oliveira na década de 30 e eu, aos nove anos de idade, fazia o papel principal. A viagem era feita num Zeppelin prateado que atravessava cena guiado por um cabo de aço. Em 1974 (...) a viagem se realizava num jato da "British Caledonian. Hoje são nossos netos que fazem a viagem de seus sonhos pela Internet, atravez de uma adaptação feita pelo Fernando que adicionou músicas e efeitos especiais contando com as vozes de Fernando Azevedo, Andre Ricardo e Luciana de Oliveira Monteiro da Cruz, ao lado de coral, com a participação do Maestro Torres e do maestro Duda. (...) Ai está Terra @dorada, uma lição de teatro, uma lição de patriotismo, como poucos conjuntos podem proporcionar. É o TAP colaborando na educação de nossas crianças."
É de justiça relembrar que algumas experiências vitoriaosas já haviam sido levadas à cena no palco do TAP. Um dos mais belos espetáculos infantis que o Recife viu foi "SALTIBANCOS", com direção de Adhelmar de Oliveira Sobrenho (Pedro Oliveira) assim como, também com enorme repercurssão, "TERRA ADORADA" no ano de 1974 e "A REVOLTA DOS BRINQUEDOS" no ano de 1975.


ELENCO ( por ordem alfabética):

Adriana da Conceição Nascimento Maracatu
Aldemir Luiz de França Maracatu
Aléx de Morais Amaral Maracatu
Ana Carina de Albuquerque Melo Minas Gerais/ Macaco/ Rondônia/Frevo
Ana Luiza Maia Soldado - Paraíba
Ana Luiza Oliveira Rio Grande do Sul
Ana Paula Oliveira Sena Cabocolinhos
Anderson Barbosa da Silva Maracatu
Angélica de Andrade Vale Can-Can - Espírito Santo
Angélica Gouveia Brito Ceará
Antônio Carlos Costa (Babú) Maracatu
Bárbara S. Rego Maracatu
Carlos Alberto Ferreira Silva Maracatu
Cássia da Silva Xavier Cabocolinhos
Cidênia Carla Frevo
Clarissa Falbo Can-Can - Ceará
CLAUDIO VASCONCELOS
Cristiano Castro da Silva Maracatu
Danielle Gonçalves Chaves Caboclinho
Deivison José Alves da Silva Capoeira
Deivison Paz Cabral Maracatu
Deyse Lacerda da Silva Bahia
Edgar Augusto Oliveira Goiás
Edla Maria F. Bezerra Maracatu
Edmarcio F. Lima Maracatu
Edna Issis Brito Can-Can - Macaco - Para
EDUARDO JAPIASSÚ DR. RICARDO
Egleibson Charles da Silva Maracatu
Elizabete da Rosa Borges Jane
Elki Cajueiro de Barros Cabocolinhos
Emerson Farias Bezerra Maracatu
Ercília Cajueiro de Barros Cabocolinhos
Fábia Valéria Pontes Maracatu
Fernanda Pimentel de Oliveira Soldado - Piauí
FERNANDO HENRIQUE CARVALHO Sinésio - Touro
Flávio José da Conceição Cabocolinhos
Flávio Junior Barbosa Silva Maracatu
FLORENTINO GOMES Soldado - Japonês
Gabriel S. Rêgo Maracatu
Gabriela Farias Macaco - Alagoas
GABRIELA QUENTAL Sonho - Mariana - Brasília
Gabrielly Maria de Farias Silva Maracatu
Gerleide Maria da Silva Cabocolinhos
Glaydson P. Batista Maranhão
Hugo Falbo Porto Mouse
Ialê Moura Samba
Jacilene Tavares da Silva Caboclinho
Jéssica Ferreira Luna Mato Grosso do Sul
Jonata B. da Silva Maracatu
João Victor Farias Vírus - Macaco - Roraima
Joselino Luiz de França Maracatu
Josemberg Ramos Apoio - Touro - Rio Grande do Sul
Josilene Tavares da Silva Cabocolinhos
Karla da Silva Xavier Caboclinho
Katia da Silva Xavier Caboclinho
Laisy Quirino da Silva Maracatu
Lara Neves Souza Rio de Janeiro
Leandro Ramos da Silva Maracatu
Leandro Salvador Silva Apoio - Soldado - Rio Grande do Sul
Leonardo Brandão Vírus - Amazonas
LEONARDO DE OLIVEIRA SANTOS Mário ( reveza com Samuel Vieira )
Luciana Amaral Rio Grande do Sul
Luciana Pascoal Rodrigues Cabocolinhos
Luciano B. da Silva Maracatu
Luiza Cristina Maia Amapá
LUIZA PHEBO Luluca
MANUELA CALLOU Luciana
Marconi B. da Silva Maracatu
Maria das Graças da Silva Caboclinho
Maria Izabel Ferreira Maracatu
Maria José da Silva Maracatu
Mariana Viriato Soldado - Minas Gerais
Marília Trigueiro Turista - Santa Catarina
Mateus dos Prazeres Apoio - Soldado - Seringueiro
Mayara Tenório Rondônia/Alagoas
Mozart Rodrigues Vírus - Macaco
Obailê Moura de Santana Capoeirista
Ourumilá Moura Capoeirista
Paava de Barros Soldado - Macaco - Paraná
Paulo J. Silva Maracatu
Priscila Reis Santos Rio Grande do Norte
Raiana Carvalho Magalhães Can-Can - Frevo
Raissa Carvalho Magalhães Can-Can - Sambista
Ranniêr de Melo Macaco - Sambista
REGINA CELLI LEMAIRE Mimí
RENATO HOLANDA ( MICÓ ) Português - Paraíba
Renato Pimentel de Oliveira Vírus - Macaco - Acre
RENATO ROSA BORGES Tarzam -Mouse
Rodrigo Brito Marçal Apoio - Vírus - Bandeirante
Rodrigo Guarana Bumba meu boi
RODRIGO LOBO DE OLIVEIRA Português - Mato Grosso
Rosangela Lopes da Silva Cabocolinhos
Rosalia Hipolito da Silva Maracatu
Rose Hipolito da Silva Maracatu
Rosineide de Oliveira Rodrigues Caboclinho
SAMUEL VIEIRA Mário
(Reveza com Leonardo de Oliveira Santos)
Sandra Regina Silva Maracatu
Sara Santos de Lira Sergipe
Sergio Barbosa Silva Maracatu
Sharon Ferreira Amaral Capoeira
Tatiane Alves Macaco/ Pará/ Jane/ Espírito Santo
Valdemar José de Oliveira Silva Maracatu
VANESSA ALVES Can-Can - Macaco - Sambista - Mimi
Vera Rejane do Vale Maracatu
Washinton Luiz Apoio - Frevo
Yasanã Moura Tocantins

106 participantes -
O maior elenco já reunido pelo TAP.



COORDENADORAS:

Ana Célia Rezende
Angelica Gouveia Brito
Bianca Campelo
Edilene Alves
Edilene Mariano
Eliane Brandão
Helena Rodrigues de Oliveira Silva
Lúcia Albuquerque
Milena Lago
Roberta Paes Barreto
Sandra Lemaire
Zéide Rodrigues



FICHA TÉCNICA:

Diretor de Produção: José Maria Marques
Maquilagem: Rosa Santos / Jorge Clésio / Ana Isis / Nazaret Sodre e Cibele
Plano de Iluminação: Sérgio Caldas
Cenoplastia: Wilson Barros, Denílson Barros
Contra-regra: Célia Nascimento, Marineide Alves
Execução de figurinos: Sônia Silva
Adereços: Tony Oliveira
Programação visual: Cristiana de Oliveira Santos
Fotografias: Sergio Lobo de Oliveira
Produção de vídeos: P & R PRODUÇÕES
Vídeos para publicidade: A & D Publicidade
Publicidade: Casa da Propagando ( Rogério Costa )
Sonoplastia: Armando Ferreira
Pintura de cenário: Silva Filho
Diretor do Teatro de Amadores de Pernambuco: Reinaldo de Oliveira
Diretor Geral: Fernando de Oliveira

CRÍTICAS E COMENTÁRIOS

O espetáculo envolveu mais 100 meninos e meninas. Exigiu mais de 10 coordenadoras, em sua grande maioria Mães e Paes dos próprios meninos. Exigiu um mundo de costureiras sob o comando de Victor Moreira (sem ele o que seria do TAP). Exigiu mais de 6 camarins, onde as crianças ficavam aguardando a entrada e onde jogos eram colocados à disposição deles para mantê-los "quietos" e prontos ao primeiro sinal da coordenadora. Exigiu uma espécie de pombo correio que, acompanhando o desenrolar do espetáculo nas coxias, avisava as suas companheiras o tempo exato para enfileirar os novos personagens a entrar em cena. Exigiu presença permanente de técnicos em projeções (a Global do Brasil foi a escolhida), de pessoal especializado no controle do "Gelo seco", de uma "retaguarda" permanentemente atenta as constantes mudanças de cenários Exigiu arrumadeiras, contra-regras, lavadeiras, motoristas, enfim uma constante atenção, pois o "material a ser atendido", no palco e na platéia eram crianças.Exigiu dois diretores de cena Luciana Lyra e Ricardo Mourão, uma coreógrafa que não podia ser outra se não Fatinha, dois maestros para os arranjos e gravação (Maestro Torres e Maestro Duda.) Exigiu muita garra e disposição, principalmente dos pais que deixavam seus feriados de praia e lazer para acompanhar os filhos. E isso durou mais de 7 meses, sempre aos sábados e domingos, onde foram dados exatos 48 espetáculos, para um público de mais de 10.000 pessoas, entre eles mais de 6.500 estudantes da rede Municipal, trazidos graças a convênio estabelecido entre o Teatro de Amadores de Pernambuco e a Secretaria de Educação do Município do Recife. Registre-se, para que sirva de exemplo, a presença desses estudantes, que, em média de 150 por espetáculo, vindo em ônibus especiais dos mais pobres e distantes arrabaldes, recebia antes do espetáculo informações sobre a importância do teatro e onde se pôde constatar que mais de 80% deles pisavam numa platéia de um teatro pela primeira vez. Indescritível, não é outra a palavra, à emoção do público e dos que, no palco naquele momento, passavam de atores a espectadores a sentir e a participar da vibração, quando explodia em cena, no final da apoteose, o frevo e o maracatu, ambos nas mãos de crianças, numa bela exaltação as nossas tradições.

"Em toda a minha vida de teatro não me lembro de ter visto espetáculo tão maravilhoso, e tão instrutivo, como esse de vocês." Eva Tudor, em cena aberta depois de assistir o espetáculo.

"Um espetáculo que não devia parar"
De uma diretora de uma escola.

"Contraria o que procuro ensinar aos meus alunos não ser recomendável reunir mais de 25 meninos num palco para um espetáculo de teatro. Vocês estão de parabéns."
Marco Camarotti, professor da UFPE

"Vou processá-los pelo abalo que vocês deram em minhas coronárias no dia de hoje"
Um avô ao sair do Teatro e vendo os Diretores do espetáculo.

"O mais importante de tudo isso é o fato de crianças representarem para crianças. Temos visto muitos espetáculos chamados de infantis, vividos por adultos. Não é a mesma coisa, A criança ao ver outra criança em cena se sente estimulada a fazer o mesmo, a freqüentar novamente, teatro, começando a formar o público de amanhã, indispensável à continuidade dos sucessos. Alem do mais, ela capta com mais facilidade a mensagem que lhes for transmitida por alguém de sua idade. (...) Lá estarei de cabelos brancos, me lembrando do vôo de Zeppelin e me surpreendendo com o que as crianças podem fazer diante de um computador.
Reinaldo de Oliveira, na Folha de Pernambuco


O TEATRO DE AMADORES DE PERNAMBUCO AGRADECE:

Antônio Queiroz Galvão
Betty de Oliveira
Flávio Domingues
Gerson Gonçalves de Lima
José de Souza Alencar (Alex)
Leny Amorim
Lurdes Sarmento
Margarida Cantarelli
Marilene Montarroyos
Mônica Suassuma
Clovis Pereira
Paulo Fernando Figueiredo
Paulo Marques
Paulo Sérgio Scarpa
Pedro Paulo
Prefeito Roberto Magalhães
Rogério Costa
Sandra Ribeiro
Silvio Amorim
Sinésio Júnior
Vereador Cleurinaldo de Lima (Nado)

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:
Bangalô Festas e Promoções Ltda
Hotlink
Art Digital
NicroArt
Agrofértil SA
Doces Tambaú
Global do Brasil
Frio Gelo Seco
Gráfica Contexto
JC Online
Pedreira Guarany
Arcal (Artefatos de Ciento Apipucos)
Conservatório Pernambucano de Música
STI (Soluções Tecnológicas Integradas)
Marjosa
Muzak Produções em áudio
Sistema de Incentivo à Cultura do Estado de Pernambuco
Aos companheiros do Teatro de Amadores de Pernambuco

PRODUÇÃO:
Teatro Infantil de Pernambuco para o
TEATRO DE AMADORES DE PERNAMBUCO



Autor: Texto original Valdemar de Oliveira
Adaptação e atualização: Fernando de Oliveira
Diretores de cena: LUCIANA LYRA / RICARDO MOURÃO
Músicas: Valdemar de Oliveira / Fernando de Oliveira
Orientação Musical: Cussy de Almeida
Arranjos Musicais: Maestro Duda / Maestro Torres
Coreografia: Maria de Fátima Guimarães (Fatinha)
Cenários e Figurinos: Victor Moreira
Estréia: 24 de novembro de 1999
Local: Teatro Valdemar de Oliveira

Terra @dorada
De: Valdemar de Oliveira

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